DNA em tecnologia foi fundamental na adaptação da Callink para o home office

O teletrabalho é a resposta das empresas às adaptações necessárias em combate à Covid-19, mas nem sempre é fácil se adaptar a uma transição tão repentina. Neste momento crítico as empresas precisam ajustar seus processos e viabilizar toda a operação à distância. Diante desta situação inédita, a Callink agiu rapidamente para conseguir colocar parte de seus colaboradores em home office, disponibilizando em pouco mais de uma semana duas mil posições de atendimento instaladas nas residências da equipe.

Ter a tecnologia em seu DNA, facilitou este processo de transição e trouxe soluções dinâmicas para as equipes. Antes mesmo das orientações das autoridades locais sobre o distanciamento social, a Callink começou a realizar testes com soluções próprias para a migração para o home office, como destaca o diretor de TI, Thiago Castro. “Vendo a situação do vírus em outras cidades e cientes da real possibilidade deste cenário chegar a cidade de nossa sede, a equipe de tecnologia começou a realizar testes com soluções que simulavam a realidade de um atendimento fora do nosso site. Observamos, por exemplo, como seria a aplicação de sistemas e equipamentos utilizando uma internet doméstica. A segurança das informações de nossos clientes sempre foi a principal preocupação. O fSense, por exemplo, é uma plataforma que foi desenvolvida por nós em 2016 e que monitora estações de trabalho remotamente, sendo possível acompanhar as ações e dar suporte aos operadores que estão em home office”.

Após os testes, a Callink mostrou aos clientes que era possível continuar seus serviços remotamente e preservando a saúde dos colaboradores. Mesmo assim, a migração das equipes para o trabalho remoto se mostrou desafiadora. “Além de providenciar máquinas e equipamentos para os colaboradores, foi preciso configurar a rede VPN para viabilizar o acesso remoto a todos, garantindo a segurança da informação, principalmente no que diz respeito ao controle de acesso e permissões. Outra necessidade foi montar uma equipe de 40 pessoas dedicadas exclusivamente a dar suporte às pessoas que estão trabalhando remotamente. Essa equipe preparou vídeos de treinamentos e manuais de orientação para utilização dos equipamentos”, explica o diretor.

Esta ação positiva e antecipada de levar o call center para home office e a demonstração da efetividade da iniciativa, geraram uma maior visibilidade e procura por parceria com a Callink. Novos contratos foram gerados, criando mais vagas de trabalhos, sendo possível também absorver o aumento do fluxo de demandas dos clientes já existentes. “A Covid-19 mudou a forma de realizarmos nosso trabalho. Em poucos dias tivemos que criar um novo jeito de operar, uma nova empresa, é como se tivéssemos criado dois mil novos sites espalhados nas casas de nossos operadores. Por termos o DNA em tecnologia e uma equipe dedicada que se uniu e criou soluções focadas nos valores da Callink em preservar as pessoas, foi possível manter a excelência no atendimento aos nossos clientes”, finaliza Thiago Castro.

 

Gustavo Silva e Thiago Castro